Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.esg.br/handle/123456789/776
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorArgolo, José Amaralpt_BR
dc.contributor.authorCosta Neto, Arnaldo Alves dapt_BR
dc.date.accessioned2020-11-20T00:32:14Z-
dc.date.available2020-11-20T00:32:14Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.urihttps://repositorio.esg.br/handle/123456789/776-
dc.descriptionEste trabalho se propôs a realizar um estudo sobre a política externa adotada pelos Estados Unidos da América após os atentados de 11 de setembro de 2001. Os atentados, realizados pela Rede Al Qaeda, atingiram dois dos mais importantes símbolos da potência capitalista. Como resposta imediata aos ataques e na busca de seus mentores, os Estados Unidos, amparados por seu público interno e pela maioria da comunidade ocidental, lideraram uma coalizão que invadiu o Afeganistão e depôs o regime Talibã. Em setembro de 2002, o governo norteamericano lançou a Doutrina Bush que passou a nortear sua política externa, e, nos meses e anos seguintes, provocou intensos reflexos na conjuntura mundial. Essa doutrina teve como pressuposto fundamental a estratégia militar de ações preventivas e antecipadas contra estados hostis e grupos terroristas. Desde então, o próximo alvo norteamericano passou a ser o regime ditatorial iraquiano presidido por Saddam Hussein. Os EUA sofreram forte oposição, liderada pela França e Alemanha, aos seus planos. Assim mesmo, a invasão do Iraque foi consumada, fato que desencadeou uma crise de autoridade na ONU, bem como um abalo na chamada aliança atlântica e no sistema multilateral de relações mundiais. Em 2009, assumiu o governo norteamericano, Barack Obama, que, durante sua campanha presidencial, enfatizou, dentre outras prioridades, a necessidade de maior diálogo e de cooperação entre os Estados Unidos e o mundo, sinalizando para uma distensão da política externa conduzida por Bush. A chamada Doutrina Obama, contida na Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos da América/2010, dá manifestos sinais nessa retomada da distensão e a valorização de um mundo multipolar. Esse contexto internacional vem provocando implicações políticas e militares para o Brasil, que imprimiu mais agressividade à sua política externa, no sentido de afirmar sua posição soberana no hemisfério sul, mantendo suas convicções de que somente uma ordem internacional, baseada no direito internacional, no multilateralismo e no fortalecimento da ONU, poderá trazer reais benefícios para o mundo.pt_BR
dc.description.abstractThis work intend to do a study about the foreign policy adopted by the United States of America after the terrorists attempts on September eleventh of 2001. The attempted, carried through for the Al Qaeda Net, had reached two of the most important symbols of the capitalist power. As immediate reply to the attacks and in the search of its mentors, the United States, supported for its internal public and the majority of the community occidental person, had led a coalition that invaded the Afghanistan and put down the Talibã regimen. In September of 2002, the North American government launched the Bush Doctrine that started to guide its external politics and, in the months and following years, it provoked intense consequences in the world situation. This doctrine was fundamental assumption of the military strategy of preventive and early actions against hostile states and terrorist groups. Since then, the next North American target started to be the Iraqian dictatorial regimen presided over by Saddam Hussein. The U.S.A. had suffered a strong opposition, led for France and Germany, to its plans. Thus exactly, the invasion of Iraq was consummated, fact that unchained a crisis of authority in the UN, as well as a shock in the called atlantics alliance and in the multilateral system of worldwide relations. In 2009, he assumed the U.S. government, Barack Obama, who, during his presidential campaign, he emphasized, among other priorities, the need for greater dialogue and cooperation between the United States and the world, signaling a loosening of foreign policy driven by Bush. Calling Obama Doctrine, contained in National Security Strategy of the United States of América/2010 gives obvious signs that the recovery strain and recovery of a multipolar world. This international context comes provoking politics and military implications for Brazil, which printed more aggressively to its foreign policy, in order to assert its sovereign position in the southern hemisphere, keeping their conviction that only an international order based on international law, multilateralism and the strengthening of the UN, could bring real benefits to the world.en_US
dc.language.isoportuguêspt_BR
dc.publisherEscola Superior de Guerra (Campus Rio de Janeiro)pt_BR
dc.subjectTerrorismopt_BR
dc.subjectPolítica externa - Estados Unidosspt_BR
dc.subjectSegurança Internacionalpt_BR
dc.subjectMultilateralismopt_BR
dc.titleA Política Externa Norte-Americana após os Atentados Terroristas de 11 de Setembro de 2001pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.publisher.departmentCurso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE)pt_BR
Appears in Collections:Coleção de Monografias (Política Externa)

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
General - Costa Neto.pdf652.04 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.