Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.esg.br/handle/123456789/2063
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorResende, Erica Simone Almeidapt_BR
dc.contributor.authorReis, Yasmim Abril Monteiropt_BR
dc.date.accessioned2025-03-12T21:36:54Z-
dc.date.available2025-03-12T21:36:54Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.urihttps://repositorio.esg.br/handle/123456789/2063-
dc.descriptionO arquétipo de poder no sistema internacional, durante séculos, tem sido formado através da concepção do equilíbrio de poder entre as Grandes Potências dominante em cada período. Desse modo, identifica-se que a dinâmica de poder dentro do ordenamento internacional tem se alterado. Em vista disso, destaca-se um conflito relativamente mais recente: a Guerra Fria (1947-1991). Desse modo, entender as Relações Internacionais desde 1945 perpassa pela construção do pensamento dos EUA e, consequentemente, da sua Pax Americana. Em vista disso, um outro fator faz se pertinente para a compreensão dos estudos das Relações Internacionais e a dinâmica de poder desde o fim do último século: a ascensão chinesa. Assim, desde 1949, observa-se que a relação entre EUA e China perpassa por diferentes padrões de cooperação e contenção. Frente a isso, o governo Trump iniciou um processo de modificação da retórica face a China, dado que Trump realizou significativas mudanças nos documentos de segurança nacional norte-americanos, caracterizando a China como potência contestadora da ordem internacional. Consequentemente, Trump realizou transformações na agenda de segurança nacional. Diante do exposto o presente trabalho se guiará pela seguinte pergunta de partida: como foi possível securitizar as relações comerciais com a China durante o governo Donald Trump (2017-2021) e quais são os impactos dessa securitização? Com isso, o trabalho tem como hipótese inicial de que, ao longo do governo Trump, houve a construção de um discurso securitizador sobre a China como potência contestadora à segurança norte americana. Para a análise proposta será realizado o referencial teórico conceitual da Escola de Copenhague. Concluiu-se que o governo Trump construiu um discurso sobre a China, a caracterizando como potência contestadora à segurança norte americana e, consequentemente, à segurança internacional. Portanto, constatou-se que houve o discurso securitizador de Trump em relação à China.pt_BR
dc.description.abstractThe archetype of power in the international system has, for centuries, formed through the conception of the balance of power between the Great Powers dominant in every period. The dynamics of power within the international order have thus changed. Given this, the most recent conflict is the Cold War (1947-1991). Thus, understanding International Relations since 1945 involves the construction of US thinking and, consequently, its Pax Americana. Given this, another factor is pertinent to understanding International Relations studies and the power dynamics since the end of the last century: the rise of China. Since 1949, the relationship between the US and China has gone through different patterns of cooperation and containment. In light of this, the Trump administration began a rhetorical shift towards China, as Trump made significant changes to US national security documents, characterizing China as a power that challenges the international order. Consequently, Trump has transformed the national security agenda. Given the above, this paper will focus on the following starting question: how was it possible to securitize trade relations with China during the Donald Trump administration (2017-2021), and what are the impacts of this securitization? With this in mind, the initial hypothesis of the work is that, throughout the Trump administration, there has been the use of a securitization that has built a discourse about China as a contesting power to US security. This analysis will use the theory and concepts of the Copenhagen School. The result is that the Trump administration has constructed a discourse on China, characterizing it as a contesting power to US security and, consequently, to international security. Hence, Trump's securitizing movement towards China.en_US
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola Superior de Guerrapt_BR
dc.subjectSegurança nacional - Estados Unidospt_BR
dc.subjectComércio internacionalpt_BR
dc.subjectRelações internacionais - Estados Unidos - Chinapt_BR
dc.subjectSecuritizaçãopt_BR
dc.titleO processo de securitização das relações econômicas entre EUA e China na administração Trump (2017-2021): reflexões sobre a competição com a China na estratégia de segurança nacional dos Estados Unidospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.departmentPrograma de Pós-Graduação em Segurança Internacional e Defesa (PPGSID)pt_BR
Appears in Collections:Coleção de Dissertações (Segurança Internacional)



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.