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dc.contributor.advisorOliveira, Ivan Carlos Soares dept_BR
dc.contributor.authorSantos, Renato Ferreira Jácomo dospt_BR
dc.contributor.authorStein, Staell dos Santospt_BR
dc.date.accessioned2022-12-08T17:26:13Z-
dc.date.available2022-12-08T17:26:13Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.urihttps://repositorio.esg.br/handle/123456789/1556-
dc.descriptionO ataque de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América, acarretou no desenvolvimento de novas estratégias para prevenção e combate ao terrorismo, conjugando investigações mais invasivas e esforços militares, com destaque para Forças de Operações Especiais. Com o fortalecimento dos mecanismos internacionais de repressão do financiamento ao terrorismo, as criptomoedas surgiram como alternativa para atividades ilícitas, por existir uma grande dificuldade em identificar e rastrear as transações. Criptomoedas são ativos virtuais, protegidos por criptografia, cujas operações são executadas e armazenadas numa rede de computadores. No Brasil, a Polícia Federal é responsável pelo enfrentamento do terrorismo e seu financiamento, podendo contar com o apoio do Comando de Defesa Cibernética na repressão a crimes cibernéticos. O objetivo geral deste artigo é estudar as razões pelas quais criptomoedas podem ser utilizadas como fonte de financiamento ao terrorismo, no contexto da Segurança Nacional. A metodologia desenvolvida foi a pesquisa exploratória. A conclusão aponta para a necessidade de contínua e incremental integração entre órgãos civis de Segurança e Forças Armadas, notadamente os engajados na atividade de Inteligência e no setor cibernético, tanto no âmbito internacional como no nacional. No contexto da Defesa Nacional identificamse repercussões do tema para o estudo da Guerra Híbrida e das táticas de “Zona Cinza”.pt_BR
dc.description.abstractThe September 11th, 2001 attack in the United States of America led to the development of new strategies to prevent and combat terrorism, combining more invasive investigations and military efforts, highlighting Special Operations Forces. With the strengthening of international mechanisms to counter terrorism financing, cryptocurrency has emerged as an alternative for illicit activities, as there is great difficulty in identifying and tracking transactions. Cryptocurrencies are virtual assets, protected by cryptography, whose operations are performed and stored on a computer network. In Brazil, the Federal Police is responsible for fighting terrorism and its financing, and can count on the support of the Cyber Defense Command in the repression of cybercrimes. The general objective of this article is to study the reasons why cryptocurrencies can be used as a source of terrorism financing, in the context of National Security. The methodology developed was exploratory research. The conclusion points to the need for continuous and incremental integration between civil Security agencies and the Armed Forces, notably those engaged in the Intelligence activity and in the Cyber sector, both internationally and nationally. In the context of National Defense, repercussions of the theme are identified for the study of Hybrid Warfare and “Grey Zone” tactics.en_US
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola Superior de Defesa (ESD)pt_BR
dc.subjectTerrorismopt_BR
dc.subjectGuerra híbridapt_BR
dc.subjectCrimes cibernéticospt_BR
dc.titleConsiderações sobre o uso de criptomoedas no financiamento ao terrorismo e seus impactos para a Segurança e Defesa nacionaispt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.publisher.departmentCurso de Altos Estudos em Defesa (CAED)pt_BR
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